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Afinal, como funciona o prontuário eletrônico do paciente?

Afinal como funciona o prontuário eletrônico do paciente

O prontuário eletrônico do paciente é a versão digital do prontuário de papel, então serve para a mesma coisa: armazenar dados do histórico médico do paciente, do nascimento à morte. A diferença está principalmente na maior acessibilidade a esses dados por médicos e pelo próprio paciente; arquivamento de exames e imagens; sistema de segurança; e economia de tempo, espaço papel e de remédios.

Vamos examinar cada um destes detalhes com profundidade abaixo.

Acessibilidade e integração

Isto se refere principalmente aos sistemas em nuvem. Com eles, é possível consultar informações em computadores, tablets, notebooks e celulares em qualquer lugar e a qualquer momento. Além disso, o prontuário funciona como um arquivo de cada paciente: todos os médicos pelos quais ele passar que tiverem acesso ao prontuário vão anotar dados que coletaram, hipóteses desenvolvidas, exames realizados, diagnósticos definitivos, tratamentos tentados, e isso fica disponível para todos os médicos com os quais este paciente se consultar, seja de que área forem, não importando quando foram as consultas. Isso garante que informações essenciais não sejam esquecidas nem omitidas, e aumenta as chances de cada paciente receber o tratamento de que necessita, além de facilitar o acompanhamento do caso por mais de um médico.

Os pacientes também têm acesso ao seu prontuário, o que melhora sua consciência sobre sua própria saúde, e permite maior envolvimento deles nas discussões e tratamentos referentes a ela.

Processamento dos dados

O software permite o arquivamento de diferentes tipos de informações na ficha de cada paciente: anotações médicas, fotos, exames, receitas, e mesmo registro dos dias e horários e consultas, comparecimento, atraso ou falta, se a consulta foi paga, etc.

Sistema de segurança

Esta é uma das características mais importantes, e uma das maiores dúvidas de muitos profissionais para implementar o prontuário eletrônico do paciente.

Qualquer sistema online que pede informações pessoais dos usuários deve estar baseado nestas quatro características fundamentais: privacidade, confidencialidade, segurança e integridade. Privacidade e confidencialidade se referem à garantia de sigilo das informações do paciente: somente pessoas autorizadas podem ter acesso. A segurança se concretiza pelo correto armazenamento dos dados no sistema e pelo acesso somente por senhas e outras barreiras que evitem que estes dados sejam manipulados, roubados ou destruídos. Integridade é a confiança de que os dados inseridos não serão modificados, mantendo exatamente o que foi registrado em determinado momento.

Para saber se o software que você está contratando é seguro, verifique se depois do HTTP do endereço vem um S, que corresponde à certificação digital SSL (Secure Sockets Layer), que é padrão internacional de segurança. Isso quer dizer que o software tem um sistema de criptografia para ocultar os dados em seu sistema. Outros sites usam a figura de um cadeado ao lado do endereço, o que também quer dizer segurança. Outra dica para escolher o sistema de prontuário eletrônico do paciente para sua clínica é ver quais normas de segurança ele segue (por exemplo, as do HIPAA) e se ele faz backup das informações todos os dias.

Economias

– De tempo: gasta-se menos tempo fazendo anamnese, registrando os detalhes de uma consulta e buscando uma informação, que não estará mais em uma de várias fichas de papel.

– Espaço: não há mais necessidade de ter um espaço no consultório para um armário de arquivos físicos.

– Remédios: com o prontuário eletrônico do paciente, o médico pode ver por quais tratamentos ele já passou, e assim não receita remédios que não funcionaram ou apresentaram efeitos colaterais graves, como alergias.

Quer saber mais? Envie um formulário de contato para www.xapp.med.br.

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